🍿 Date 3 – O mini príncipe, o peito desnudo e o ingresso que quase me fez desistir do amor.

O B é libriano, e olha… libriano sendo libriano: bonito, cheiroso, educado, e com aquele charme que parece que foi programado no útero. Ele foi o primeiro com quem conversei, mas só o terceiro que encontrei. E já comecei o date com cara de emoji apaixonado.

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B tem 30 anos, mas me deu um leve bug mental. Ele é tipo uma cápsula do tempo: corpo de menino, alma de senhor zen do Himalaia.

Pequeno no tamanho, mas grande no impacto — tipo um brigadeiro gourmet: vem em miniatura, mas te deixa pensando nele por dias.

Nosso rolê foi no cinema.

Clichê? Talvez. Delicioso? Com certeza.

A gente se encontrou e eu, com a minha tradicional irresponsabilidade financeira, quase não consegui pagar os ingressos. Olhei os preços e pensei:

“Gente, não é um show da Madonna… é só um filme com pipoca!”

Mas sobrevivi (e paguei).

B me deixou escolher o filme — que pra mim é o equivalente moderno de: “escolhe a música do rádio, amor”. Fui ousado: terror.

E ele:

— “À noite, não.”

Fiquei na dúvida se era medo real ou estratégia sutil pra evitar pular no meu colo. (Spoiler: funcionou igual.)

Enquanto esperávamos o filme, fomos conversar na praça de alimentação.

E aqui preciso dizer: eu fui fisgado.

Esse menino-homem começou a falar da vida, das dores, das alegrias, e eu só pensava:

“Como pode ter tanta verdade numa embalagem tão fofa?”

Durante o filme, a coisa ficou mais cinematográfica do que o roteiro.

A gente ficou juntinho, braços entrelaçados, beijo vai, beijo vem…

E teve um momento — gente, SEGURA ESSA — em que ele pegou minha mão e colocou devagarzinho no peito dele, por baixo da camiseta, com um sorriso daqueles que te deixa sem saber se você quer casar ou arrancar a roupa ali mesmo.

Foi simples. Mas foi um tesão.

O toque, o arrepio, o silêncio.

A tensão romântica no ar, o calorzinho que subia e a dúvida se aquilo era amor… ou falta de vitamina D.

Não rolou mais que isso. Mas eu saí dali como quem tomou um vinho bom demais pra esquecer.

Date 10/10. Me senti um adolescente com hormônios bagunçados e o coração cantando Sandy & Junior.

🧾 Ficha técnica de B (a versão 18+ sem perder a ternura):

Sorriso fácil, do tipo que te faz rir até das tragédias ✔️

Corpo pequeno, mas presença de quem ocupa um palco ✔️

Papo leve, mas com profundidade que te faz pensar na vida ✔️

Olhar doce com pegada de “te quero agora” ✔️

E aquele toque sutil que diz: “Te respeito, mas quero muito te amassar na parede” ✔️

Se ele me convidar pra ver desenho animado no próximo encontro, eu vou. E levo travesseiro.

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