10 Dates e um possível amor

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Começo essa coluna com uma certeza: o amor é, sim, um campo de batalha. Nele, precisamos vestir nossa armadura mais resistente — mas sempre com algumas frestas abertas. Porque, no fim das contas, é justamente por essas brechas que a flecha pode atravessar e acertar o peito. E a verdade é que, lá no fundo, a gente deseja que ela acerte.


Quando iniciei o Projeto 10 Dates, não era apenas sobre “encontrar o amor”. Era sobre vivê-lo intensamente, sobre mergulhar nas dinâmicas do coração com coragem, vulnerabilidade e consciência. Fui de peito aberto, mas com a mente atenta aos sinais que cada encontro me revelava.
E eles surgiram: há quem diga que quer amar, mas não se permite o processo. Há quem já tenha sofrido tanto que se aprisionou no passado. Há quem exija mais do que está disposto a oferecer. E há também quem viva escondido atrás de segredos, protegido pelo caos inconsciente.
Essa coluna é para você — solteiro, solteira, solteire — que ainda acredita no amor. É para quem está disposto a se reconstruir depois das quedas, para quem sabe que ninguém pode viver essa batalha em seu lugar.


Então, levante-se, deixe as dores no ontem e siga em frente. Porque o Projeto 10 Dates é mais que encontros: é sobre recomeços, coragem e a chance de que, no próximo date, um possível amor aconteça

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